sexta-feira, 29 de maio de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Um ticket para a lua em 48x, por favor.

the beautiful ordinary

Se alguém te perguntasse, se você quer um mundo só seu, como ele seria? O que – e quem – você levaria para o seu próprio mundo? Imagina, você pode criar tudo o que você quiser lá. O céu, as plantas, até os bichos seriam do seu próprio design. Depois, se você quisesse, poderia levar uns ser humanos para o seu mundo, mas como você é o responsável, tem que se certificar se tudo está em ordem. Claro que no começo tudo demoraria um pouco. As pessoas têm de se acostumar a um novo mundo, isso não acontece de um dia para o outro. Mas logo estariam tão à vontade, que o seu mundo se encheria de vida.

Será que é fácil tomar conta de um mundo inteiro? Será que você não preferiria voltar para o mundo original, que pode ser uma merda, mas pelo menos você não tem que administrar tudinho sozinha? Então você se desfaz do seu próprio mundo e volta a ser um ser humano normal, vivendo na terra, num planeta mágico e lindo, que está na contagem regressiva até seu Big Bang II. E agora, o que você faz? Continua como se nada tivesse acontecido? Segue seu caminho entre as milhares e milhares de pessoas que só querem uma coisa: sobreviver? Ou será que você aprende algum dia, que apesar de não ser Deus e todo-poderoso, você é alguém. Para um qualquer, ser alguém não significa nada. Alguém é um ser indefinido, não é? Que importância ele faz num mundo cheio de nomes imponentes e importantes?

Alguém pode fazer toda a diferencia. Alguém pode mudar o mundo. Alguém pode salvar uma vida. Alguém pode mudar o destino de outro alguém.

Talvez você não seja presidente, governador, cientista ou celebridade. E você não tem nenhuma voz muito forte. Mas você tem voz, não tem? Deve ter alguma razão por que você nasceu. Fazer desse mundo, que já temos um mundo melhor, não é nada impossível. Qualquer sorriso que você causou já faz desse planeta um lugar mais bonito. Se todos nós tentássemos ser uma pessoa melhor, o mundo seria outro. Em vez de resmungar e reclamar faça uma revolução. Não reza por um milagre – seja o milagre! Não desista de algo em que acredita ou que acha certo, só por ser difícil. Não faça as coisas para simplesmente agradar os outros – faça para olhar no espelho sem dor de consciência. Você pode ser toda diferencia que esse mundo precisa. Ou pelo menos fazer toda diferencia na vida de alguém. E com certeza, se cada um tentasse fazer algo bom a cada dia, nem que seja só mandar uma mensagem para um velho amigo, abraçar a mãe bem forte, doar um lanche para alguém com fome, ser educado com vendedores, não jogar a embalagem do chiclete no chão; se todo mundo tentasse, quem sabe – talvez ninguém precisava sonhar em criar um novo mundo.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Featured Artist: Zac Efron

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Um dia desses, numa tarde extremamente quente e cansativa, eu entrei numa revistaria procurando algum líquido gelado, de preferência sem gás. Meu plano original era o de comprar um Nestea e matar minha sede. Hm. O problema foi que eu não esperava por aquele rosto lindo maravilhoso me encarando com um leve sorriso naqueles lábios...lindos. Foi naquela hora que meu cérebro deu um branco e nem sequer lembrava de que Ra sede. Estava hipnotizada e me transformei num robô estranho, peguei aquele rosto (ainda não tinha percebido que estava impresso na capa de uma revista) e levei comigo (alguém me chamou atenção para eu não me esquecer de pagar). Devorei a matéria sobre o belo rosto (que pertence a um BELO corpo) e depois me ressuscitei aos poucos da minha hipnose.

Aquele “belo rosto” que acaba de me atacar violentamente pertence a um astro de cinema americano (eca), de 21 anos, que viveu a vida toda em Califórnia e que gosta de meninas com cabelo escuro. Zac Efron.

Agora vem a pergunta: O que eu estava pensando quando enlouqueci completamente e quase roubei (sem querer) uma revista com a capa de Zac Efron? Porque EU na verdade não gosto dos bonzinhos. E Zefron com certeza pertence à categoria “bonzinho”. Que eu não gosto. Para mim, homem de verdade não sorri quando não acha engraçado, não é o favorito da minha mãe e não usa calça apertada. Nunca. Além do mais, essa coisa de ser bonzinho na realidade não existe. Os bonzinhos são os piores do piores, por que além de pretenderem serem bons e gentis etc. e conseguirem te enganar (e toda sua família), eles seguem em frente sendo exatamente essa farsa de bonzinho de novo, com outra retardada que cai na dele. E vai ter uma retardada. Sempre tem.

Então, meninas como eu, que não têm medo da realidade – nós aceitamos isso e tentamos fazer o melhor do que temos. Não procuramos homens bons, mas homens que têm qualidades sem tentar ser algo que simplesmente nunca serão.

E isso é o problema com o Zac. Porque ele não pretende ser O bonzinho. Ele simplesmente é. E não de um jeito chato e irritante, que faz você revirar os olhos cada vez que ouve o nome dele. Não, ele consegue ser legal e gentil e todas essas coisas de pessoas boas e parecer genuíno. E daí eu me pergunto: será que há alguém que não vai com a cara dele? Parece que ele tem alguma coisa especial no DNA dele, que faz com que toda população feminina enlouquece por sua causa. O engraçado (ou estranho) é que todo mundo que eu já conheci, até as minhas amigas do contra meio dark e rock’n’roll gostam dele. O que não é nada normal, já que elas normalmente preferem caras com ar de zumbi e cheiro de odeio-tomar-banho. Então, o que é que o Zac tem que é tão especial?

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Bom, primeiro ele é bonito. Pode ser que ele não faz seu tipo, mas podemos concordar que ele não é horroroso e com certeza nenhuma de nós ia achar nojento ficar com ele. Se por acaso você ia achar nojento – te admiro; você realmente é diferente.

Pode ser que você não goste da parte de cima dele (a cabeça), com os olhos azuis de dar inveja e traços feminizados, mas com certeza não terá nada contra o corpo SARADO dele. No filme “17 Outra Vez” ele tem um sixpack! Um SIXPACK!

Além disso, ele se veste bem. Ta bom, tem umas calças jeans dele, que são super-mega-skinnys, que eu queimaria disfarçadamente, mas também cada um pode expressar seu estilo de sua maneira, não é?

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E um plus: a namorada Vanessa disse que ele é um ótimo companheiro para fazer compras. Devem ter chances de 1: 1 000 000 até achar um “ótimo companheiro de shopping” masculino, que não seja gay.

Falando em Vanessa e namorar, o fato dos dois estarem juntos há 4 anos é muito fofo! E ainda em Hollywood onde todo mundo tem línguas venenosas. Mas mesmo com todo o interesse da mídia na vida dele, Zac continua discreto a respeito de suas relações e sempre aponta que é um cara normal. Em vez de deixar toda a fama, popularidade e beleza subir para cabeça, ele prova que é modesto e agradecido de tudo que alcançou. Não acha que é extremamente talentoso, mas que teve muita sorte. Continua humilde, simples e fiel à sua menina. Agora eu podia pensar “nossa, que cara sem graça” – mas não; Zac surpreende o mundo num ensaio artístico do lado de uma modelo nua, mostrando um lado menos High School Musical dele. E não quer ficar grudado na Disney e filmes musicais – quer explorar novos horizontes, experimentar de tudo um pouco.

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Fica difícil para alguém como eu não gostar dele. Porque, eu posso gostar de bad boys e atitude rock’n’roll, mas não tem nada que eu mais admiro do que alguém que alcançou o topo e continua sendo quem sempre foi e principalmente: simples.

Para mim, parece que Zac Efron merece todo seu sucesso. E quanto à minha regra anti-bonsinhos: para alguém como Zac adoraria quebrar umas regras! :D

Beijos,

Julia (que tenta nunca seguir regras)